SELEÇÃO DE CARTEIRAS DE INVESTIMENTO SEGUNDO HARRY MARKOWITZ E WILLIAM SHARPE

  • Roberto Natale Perotti Junior
  • Manuel Antonio Munguia Payés

Resumo

Este artigo tem por objetivo selecionar carteiras de ações capazes de apresentar retorno máximo para dado nível de risco assumido, ou risco mínimo para dado retorno desejado. Para tal, utilizou-se a Moderna Teoria de Carteiras desenvolvida por Harry Markowitz e a Teoria do Modelo do Índice Único de William Sharpe. A metodologia abordada neste artigo se caracteriza como bibliográfica, explicativa e quantitativa. Conclui-se que as carteiras de ações com mínima variância e benchmark apresentaram níveis de riscos menores e rendimentos superiores às carteiras simples e ao Ibovespa, tanto no modelo de Markowitz como no de Sharpe. Isso demonstra que as teorias são eficazes na seleção e composição das carteiras. Todavia, como esses modelos levam em consideração resultados passados, não há garantia de resultados futuros.

Publicado
Fev 7, 2017
Como Citar
PEROTTI JUNIOR, Roberto Natale; PAYÉS, Manuel Antonio Munguia. SELEÇÃO DE CARTEIRAS DE INVESTIMENTO SEGUNDO HARRY MARKOWITZ E WILLIAM SHARPE. €CO$ - Revista de Estudos em Economia, [S.l.], v. 5, n. 1, p. p. 7-32, fev. 2017. Disponível em: <http://periodicos.uniso.br/index.php/ecos/article/view/2919>. Acesso em: 28 abr. 2017.