Ciência e ensino:

contribuições da iniciação científica na educação superior

  • Maria José de Pinho Universidade Federal do Tocantins

Resumo

A universidade brasileira tem passado por diversas transformações nos últimos anos, instigando o debate entre o ensino e a pesquisa. No presente artigo, propôs-se analisar a política da iniciação científica no ensino de graduação, na dimensão da expansão, e suas contribuições no espaço de formação, sendo essa política expressa pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Para tanto, será necessário compreender o contexto da educação superior no Brasil. Tal percurso apresentou a possibilidade de compreender o cenário educativo superior e a sua integração com a iniciação científica. No segundo momento, apresentou-se a importância da iniciação científica e suas contribuições como espaço de formação. Diante dessa conjuntura, situou-se a história do Programa Institucional de Bolsas de Formação Científica (Pibic). Em um terceiro momento, analisou-se a demanda e o impacto do citado programa na UFT. Desta forma, ante as análises referentes às mencionadas atividades, tornou-se evidente que a educação superior do século XXI precisa de novo olhar e novos preceitos, visto que a sua realidade educacional se apresenta de forma multidisciplinar e interdisciplinar. Assim sendo, constitui espaço de diálogo entre profissionais de diferentes áreas do conhecimento, comprometidos com o avanço das ciências e articulados quanto aos problemas sociais que afetam a sociedade.

Publicado
Nov 9, 2017
Como Citar
PINHO, Maria José de. Ciência e ensino:. Avaliação - Revista da Avaliação da Educação Superior, [S.l.], v. 22, n. 3, p. 658-675, nov. 2017. ISSN 1982-5765. Disponível em: <http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/avaliacao/article/view/3138>. Acesso em: 20 jan. 2018.
Seção
Artigos