Modernidade em (des) encontro

a educação entre expressivismo e objetividade

Palavras-chave: Modernidade, Expressivismo, Objetividade, Teorias da educação, Formação de professores

Resumo

Este artigo procura esclarecer certos conflitos em que incorrem as Teorias da Educação e a formação de professores seguindo os preceitos do reconhecimento. Para isso, parte da divisão proposta por Charles Taylor em seu monumental escrito “Hegel” (1975), quando denota a existência de duas forças contrárias presentes no coração da modernidade: o espírito do Romantismo, por um lado, e o da Ilustração ou do Iluminismo, por outro. A partir da correlação dessas ideias com as filosofias de Rousseau e Kant, procurou-se responder as seguintes perguntas: “Como refletir a Educação para além dos panópticos do sistema, próprios das políticas públicas de avaliação hoje hegemônicas globalmente?” Ou então, “Como desenvolver a resistência a políticas equivocadas sem cair nos riscos do romantismo?” Dessa forma, procurou-se articular a consideração à expressividade com a objetividade das normas e procedimentos no campo das pesquisas acadêmicas, bem como na melhoria das campanhas educativas de mudança da mentalidade social.

Publicado
2019-01-10
Como Citar
Trevisan, A. L., & Rosa, G. A. da. (2019). Modernidade em (des) encontro. Avaliação - Revista Da Avaliação Da Educação Superior, 23(3). Recuperado de http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/avaliacao/article/view/3504
Seção
Artigos