http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/issue/feed Quaestio - Revista de Estudos em Educação 2019-02-22T15:30:24+00:00 Alda Regina Tognini Romaguera quaestio@uniso.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Quaestio é uma publicação&nbsp;quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba, avaliada como Qualis B1, tem como objetivo a divulgação de trabalhos inéditos de docentes, pesquisadores e de pós-graduandos de instituições nacionais e internacionais na área de Educação Escolar que tratem, preferencialmente, de questões relacionadas às linhas de pesquisa desenvolvidas no referido Programa: Cotidiano Escolar; Educação Superior; e História e Historiografia: políticas e práticas escolares. São aceitos trabalhos em espanhol e inglês, além do português.</p> <p style="text-align: justify;">ISSN Eletrônico - 2177-5796 | ISSN Impresso - 1518-2886</p> http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3449 Editorial 2019-02-22T15:30:24+00:00 Alda Regina Tognini Romaguera aldaromaguera@gmail.com 2018-12-17T16:56:09+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3236 Apresentação - Dossiê temático 2018-12-20T19:25:41+00:00 Eraldo Batista eraldo_batista@hotmail.com Jeferson Aníbal Gonzalez jefersonag@yahoo.com.br 2018-12-17T17:21:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3248 Neoliberalismo, neoconservadorismo e educação: 2019-02-22T15:30:23+00:00 Jeferson Anibal Gonzalez jeferson.gonzalez@ifsp.edu.br Michele Cristine da Cruz Costa michele.cristine@ifsp.edu.br <p>No presente artigo, compreende-se o movimento “Escola sem Partido” dentro de um contexto mais amplo de determinação e reprodução da sociabilidade capitalista. Inicialmente, é discutida a aliança entre neoliberais e neoconservadores, passando à discussão da educação sob a égide desses ideários e, por fim, apresenta-se o movimento “Escola sem Partido” como suporte desse ideário no campo educacional. Conclui-se pela defesa de uma luta contra-hegemônica que supere a falsa separação entre educação, técnica e política, possibilitando aos professores o cumprimento de seu compromisso ao lado da classe trabalhadora.</p> 2018-12-17T22:19:27+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3240 O discurso reacionário de defesa do projeto “Escola sem Partido”: 2019-02-22T15:30:22+00:00 Fernando de Araujo Penna fernandopenna@id.uff.br <p class="Resumo">O presente artigo tem como objetivo analisar o discurso reacionário de defesa do projeto “Escola sem Partido”, destacando o seu caráter antipolítico e antidemocrático. O referencial teórico que orientará o estudo será a teoria política do discurso, elaborada por Ernesto Laclau e Chantal Mouffe, e o debate sobre o modelo adversarial (agonístico) de democracia, proposto por esta última. A empiria analisada será prioritariamente composta de falas dos coordenadores do movimento “escola sem partido” em audiências públicas realizadas na Câmara dos Deputados no ano de 2017. As considerações finais apontam para a necessidade de dialogar mesmo com aqueles que, a princípio, se identificam com esse discurso antidemocrático.</p> 2018-12-17T23:00:27+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3243 A educação, o poder da ideologia e a escola sem partido 2019-02-22T15:30:21+00:00 Fabiane Santana Previtali fabiane.previtali@gmail.com Cílson César Fagiani cilsoncf@gmail.com <p>O objetivo deste artigo é problematizar as complexas relações entre o mundo do trabalho e a educação num contexto histórico determinado pela dialética articulação entre as condições objetivas da produção material e as formas da consciência social que se manifestam na superestrutura ideológica, político-jurídica a fim de demonstrar que a proposta do movimento político “Escola Sem Partido”, surgido em 2004, de interromper o avanço daquilo que o movimento denomina como contaminação político-ideológica nas escolas brasileiras, da educação básica ao ensino superior nada mais é que ela mesma, uma ideologia.</p> 2018-12-18T15:27:57+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3241 Proposta curricular emancipadora versus movimento (conservador) Escola sem Partido 2019-02-22T15:30:20+00:00 Eraldo Leme Batista eraldo_batista@hotmail.com Ana Paula Noffke napoliana@hotmail.com <p>Neste artigo apresentamos estudos e análise referente ao processo de organização, debate e implementação de um currículo que abrangesse todas as escolas públicas do Estado do Paraná, Região Oeste do Estado. Verificamos em nossa pesquisa que foi um processo rico de debate entre professores que participaram desse processo, culminando com a aprovação do projeto. Constatamos que essa investidura só teve êxito em decorrência do empenho de educadores que acreditaram na possibilidade de concretizar essa proposta. Demonstramos a importância da construção de um currículo fundamentado na perspectiva filosófica clássica, conteudista e omnilateral. Se o currículo construído na Região Oeste do Paraná defende o saber elaborado, clássico, vemos ao mesmo tempo, movimento de expressão nacional, como o Escola Sem Partido, defender educação sem fundamentação filosófica, teórica, além de defenderem uma escola não estatal, não gratuita, não laica e não científica.</p> 2018-12-18T16:56:35+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3242 Qual o lugar da diferença numa escola sem partido? 2019-02-22T15:30:19+00:00 Fernanda Pereira de Moura fernandapmoura@gmail.com Cinthia Monteiro de Araujo caraujo.ufrj@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo analisar as concepções sobre as relações entre escola e diferenças veiculadas pelo Movimento Escola Sem Partido. Para isso, examinamos o conteúdo de dois dos PLs que restringem a autonomia docente em sala de aula: o PL 1411/2015 e o PL 867/2015; uma fala do coordenador do Movimento Escola Sem Partido, Miguel Nagib, na audiência pública do PL 7.180; e três textos contidos no Blog De olho no livro Didático de Orley José da Silva, listado na página inicial do site do Movimento Escola Sem Partido. Entendemos que o tema das diferenças e identidades culturais é objeto privilegiado de elaborações dentro do movimento e que isso é feito em diálogo com a produção acadêmica sobre o tema. Esse diálogo, no entanto, acontece de maneira enviesada e em direta contradição com a produção científica sobre o assunto. Ao questionarmos o lugar da diferença na escola a partir de uma perspectiva conceitual que dá centralidade à dimensão cultural dos currículos, percebemos o Escola Sem Partido como um discurso que busca ser uma política cultural com forte impacto sobre as práticas curriculares.</p> 2018-12-18T17:44:14+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3266 La escuela neoliberal en Chile 2019-02-22T15:30:18+00:00 Juan Alejandro González López juangl@uchile.cl <p>Uma reflexão sobre a escola neoliberal é apresentada com base em sua implementação no caso chileno. O Chile é um dos países onde as medidas neoliberais na educação foram mais longe. A mudança de papel do Estado, a neutralização dos professores e a padronização geraram uma nova forma de fazer escola que se manifesta como uma tecnologia de controle mais efetiva que a escola do Estado de Ensino. Quais são algumas características dessa nova escola? Que funções ela mantém ou acrescenta? É continuidade ou ruptura com a escola do estado de ensino? Estas são algumas das questões que motivam este ensaio.</p> 2018-12-18T20:12:34+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/2989 Projeto político-pedagógico: 2019-02-22T15:30:17+00:00 Sergio Brasil Fernandes sergiohaiti33@hotmail.com Sueli Menezes Pereira sueli.ufsm@gmail.com <p class="Resumo">A realidade da maioria das escolas públicas no Brasil mostra que tem sido um desafio para a gestão escolar angariar a participação das comunidades escolar e local na (re)construção do projeto político-pedagógico – PPP. Por isso, o objetivo deste artigo é apresentar alternativas a serem desenvolvidas pelas escolas para viabilizar uma maior participação dessas comunidades no processo de (re)construção do PPP. Para atingi-lo utilizou-se o estudo de caso, como método de pesquisa, e entrevistas e diálogos com professores e funcionários, participações nas reuniões do corpo docente e observações no ambiente escolar para coletar os dados. Neste estudo, evidencia-se que o PPP (re)construído coletivamente configura-se em um instrumento relevante para o modelo de gestão democrática e que as alternativas expostas demonstram, na prática, que é viável fazer da gestão democrática uma realidade nas escolas públicas.</p> 2018-12-19T15:08:28+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3359 Os desafios e as possibilidades do trabalho docente com o aluno surdo na universidade 2019-02-22T15:30:17+00:00 Flavinês Rebolo flavines.rebolo@uol.com.br Nayara Cesário Martins rf68322@ucdb.br <p>O artigo apresenta um estudo que objetivou analisar o trabalho docente frente aos processos de inclusão e de ensino e aprendizagem do aluno surdo na universidade, identificando os desafios enfrentados e as práticas utilizadas pelos professores. A pesquisa, de abordagem qualitativa, utilizou como instrumento para coleta de dados a entrevista semiestruturada. Participaram 16 professores dos cursos de licenciaturas, que ministravam aulas para alunos surdos, em uma universidade de Campo Grande/MS. Para as análises utilizou-se a análise temática de conteúdo de Schütze. Os resultados apontam que os principais desafios enfrentados pelos professores dizem respeito ao planejamento e preparação das aulas com materiais pedagógicos diferenciados, à avaliação dos alunos surdos e à relação com os intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. Também foi possível identificar experiências de mal-estar, vividas por esses docentes, por não conhecerem a Libras e por não conseguirem participar diretamente dos diálogos com os alunos surdos.</p> 2018-12-19T16:13:36+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3259 Pesquisa com crianças: 2019-02-22T15:30:16+00:00 Laura Simone Marim Puerta lauramarim293@hotmail.com Marta Regina Brostolin brosto@ucdb.br <p>Com base no construto teórico da Sociologia da Infância, este texto emerge com reflexões a respeito dos estudos da criança, enfocando a crescente participação das crianças nas investigações científicas, uma vez que a participação ativa delas como protagonistas &nbsp;constitui-se uma tendência contemporânea que envolve novas possibilidades teórico-metodológicas e muitos desafios. Nesta perspectiva, considerando a pesquisa de abordagem qualitativa, do ponto de vista metodológico a investigação de cunho etnográfico mostra-se uma possibilidade extremamente válida no que se refere à pesquisa com crianças, permitindo que as crianças assumam o lugar de sujeitos nas investigações, sendo consideradas como atores sociais, produtores de sentido e participativos das atividades sociais nas quais estão envolvidas captando o entorno social e os contextos culturais.</p> 2018-12-19T17:46:55+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3172 Uma reflexão sobre o componente ilógico do brincar – experiência estética... mobílias mutantes nos arranjos do vivido 2019-02-22T15:30:15+00:00 Marlon Dantas Trevisan marloneanela@uol.com.br <p>O presente trabalho se inspirou na observação de crianças de quatro anos brincando em um laboratório de ludicidade de Rondonópolis, Mato Grosso. Chama a atenção o fato de os pequenos tenderem a desmanchar os cantos temáticos, misturando os brinquedos, dentre outras ações pouco comuns ao olhar pedagógico. Em que pese tal percepção, o texto afirma que a natureza irracional e suprabiológica do jogo geralmente não é abordada pelas teorias educacionais, herdeiras da modernidade logocêntrica. Para contribuir com respostas teóricas ao problema, elaborou-se uma reflexão semiótica do brincar, demonstrando-se que os signos desta experiência não apresentam identidade fixa, fundamento de todo discurso racional. Com o percurso reflexivo, pretende-se ampliar as abordagens sobre a ludicidade, considerando sobretudo sua natureza estética e sígnica. &nbsp;</p> 2018-12-19T20:36:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3235 Uma aprendizagem lenta da vida 2019-02-22T15:30:14+00:00 Vivian Marina Redi Pontin vivian_marina@yahoo.com.br <p>O pequeno espaço dessa escrita interessa-se por adentrar na construção de um pensamento. Nele, escola e educação física são os territórios privilegiados para indagar suas funções sociais. A aprendizagem e o fundamento possuem a incumbência de serem maneiras de aproximar-se do que podem tais territórios. Diante de inúmeras imprevisibilidades que essa construção e o caminho aqui escolhido podem gerar, a atenção se direciona para os afetos que rodeiam os encontros dos corpos e as seleções daquilo que lhes convém. Sobre as transformações que os conteúdos da educação física precisam sofrer para estarem presentes no espaço e tempo escolares, há uma implicação naquilo que se entende por aprender e naquilo que se inventa ao pensar uma cultura. Enfim, trata-se de maneiras de perceber o mundo, suas relações e articulações naquilo que foge do controle absolutamente e sua difícil mensuração – uma vida.</p> 2018-12-19T21:28:19+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3238 Reflexões sobre aprendizagem e ensino de física a partir da realidade do Rio de Janeiro 2019-02-22T15:30:13+00:00 Frederico Alan de Oliveira Cruz frederico@ufrrj.br Paulo Simeão Carvalho psimeao@fc.up.pt <p>A aprendizagem dos alunos presentes nas escolas brasileiras tem se mostrado insuficiente face aos resultados das avaliações nacionais e internacionais, para os diferentes níveis de instrução. Assim, neste trabalhou buscou-se encontrar e compreender as razões para o atual cenário e buscar respostas que possam ajudar a conseguir soluções para o problema. São mostrados como os fatores econômicos e sociais, ligados ao aluno, às questões de infraestrutura na sociedade brasileira e às metodologias de ensino, por parte dos professores, atuam de forma negativa no desempenho escolar. Como tal, apresentamos reflexões sobre a necessidade de mudança nas práticas educativas no ensino das ciências e da Física em particular, bem como no processo de formação dos profissionais de educação, permitindo a eles compreender o cenário educativo onde está inserido.</p> 2018-12-20T12:32:28+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3260 Educadoras protestantes em São Paulo: 2019-02-22T15:30:12+00:00 Jamilly Nicácio Nicolete jamillynicacio@hotmail.com Jane Soares de Almeida jane.almeida@unisoadm.uniso.br <p>A partir do século XIX, missionários protestantes chegaram ao Brasil com o objetivo de divulgar a fé e o modo de vida de seu país de origem. Com eles vieram esposas, filhas e mulheres sem vínculo matrimonial, que se dedicaram ao trabalho educativo como parte da Missão. A expansão do território e a intensificação do comércio justificavam a ação missionária que se processava a mando do imperialismo, com o argumento da <em>missão divina, </em>o que possibilitava a consequente expansão capitalista e vinha ao encontro dos interesses econômicos e políticos dos Estados Unidos. As missionárias norte-americanas radicaram-se nos vários estados brasileiros, em especial em São Paulo. Uma delas se destacou nesse cenário: Mary Parker Dascomb, autora de cartas que foram preservadas, as quais demonstram modos de pensar, estilo de vida e a crença inabalável na fé protestante como campo de missão social e educativo. Compreender, a partir de diferentes escritos, o trabalho dessas missionárias e educadoras é o objetivo central deste texto.</p> 2018-12-20T13:45:50+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3349 Anísio Teixeira: 2019-02-22T15:30:11+00:00 Wilson Sandano ppge@uniso.br Sâmara Rodrigues de Ataíde samara.ata@bol.com.br <p>Este artigo tem por objetivo traçar um paralelo entre vida, obra e ação político-educacional de Anísio Teixeira em análise comparativa com Miguel de Cervantes, na obra <em>Dom Quixote</em> e com Lima Barreto, na obra <em>Triste fim de Policarpo Quaresma</em>. Busca-se, na confluência entre esses três vultos históricos, analisar o caráter heroico e idealista, o espírito ufanista, bem como as questões de denúncias sociais que permeiam a trajetória dos mesmos.</p> 2018-12-20T17:42:12+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3376 Impressões e impactos do livro: 2018-12-20T19:29:41+00:00 Carlos Eduardo Xavier carlos.xavier@prof.uniso.br 2018-12-20T18:44:29+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3296 Uma clareira no bosque: 2018-12-20T19:29:42+00:00 Cristiane Guimarães turmasdacris@gmail.com 2018-12-20T19:10:45+00:00 ##submission.copyrightStatement##