Imaginário, horror e monstruosidade: o caso Frankenstein

  • Gustavo de Castro
  • Verônica Guimarães Brandão
Palavras-chave: Imaginário. Imaginação. Mary Shelley. Frankenstein.

Resumo

Este artigo objetiva realizar uma análise do que pode ser a imaginação e o imaginário, tendo a literatura de horror, especificamente a literatura gótica da escritora britânica Mary Shelley (1797-1851), como ponto de encontro entre real e irreal. A criação literária de o monstro de Frankenstein, criado pelo sonho de uma jovem, representa o poder de absorver e unir o que ocorre ao redor (descobertas científicas, filosóficas e políticas) ao poder da imaginação, para dar vida à monstruosidade. Através de pesquisa teórico-metodológica orientou-se pelas estratégias do pensamento complexo, reunindo-se simultaneamente vestígios do imaginário mundial consolidado, a obra de Mary Shelley e a história da monstruosidade. “O método é precisamente a escolha dos fatos”.

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Como Citar
CASTRO, G.; BRANDÃO, V. Imaginário, horror e monstruosidade: o caso Frankenstein. REU - Revista de Estudos Universitários, v. 40, n. 1, p. p. 119-135, 11.