BIODIVERSIDADE INFRAESTRUTURA UNIVERSITÁRIA E BUROCRACIA: OS DESAFIOS DA PESQUISA BIOPROSPECTIVA VISANDO O DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO DA AMAZÔNIA LEGAL

  • Leonardo de Azevedo Calderon
  • Luiz Hildebrando Pereira da Silva
  • Rodrigo Guerino Stábeli
Palavras-chave: Amazônia. Biodiversidade. Universidades. Novas entidades químicas. Novos fármacos. Desenvolvimento sustentável.

Resumo

A biodiversidade amazônica é uma vasta fonte de novas entidades químicas (NEQs) potencialmente úteis para o desenvolvimento de novos fármacos (NFs) que podem ser utilizadas em um modelo de desenvolvimento ambiental e economicamente sustentável. Os processos de desenvolvimento de NFs geralmente são iniciados nas universidades, onde estão disponíveis grupos acadêmicos de pesquisa sem associação com a indústria, esta última responsável pelos processos finais do desenvolvimento de um NF. No entanto, para que sejam desenvolvidos NFs a partir da biodiversidade amazônica, muitos desafios devem ser enfrentados, um desses problemas é a estrutura das universidades públicas situadas na região, sendo que muitas não oferecem cursos de bacharelado em áreas correlacionadas à pesquisa em NEQs e NFs, essenciais para a formação dos profissionais necessários para as diferentes etapas do processo. Essa deficiência, agregada à excessiva regulamentação para o acesso ao patrimônio genético, constitui importante entrave para o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica nessa importante região do Brasil.

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Publicado
2010-12-29
Como Citar
CALDERON, L.; SILVA, L.; STÁBELI, R. BIODIVERSIDADE INFRAESTRUTURA UNIVERSITÁRIA E BUROCRACIA: OS DESAFIOS DA PESQUISA BIOPROSPECTIVA VISANDO O DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO DA AMAZÔNIA LEGAL. REU - Revista de Estudos Universitários, v. 36, n. 3, 29 dez. 2010.
Seção
Artigos