http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/issue/feed Revista de Estudos Universitários - REU 2020-03-04T18:45:17+00:00 Maria Ogécia Drigo reu.uniso@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A REU - Revista de Estudos Universitários é uma publicação semestral, <em>on line,</em> Interdisciplinar, da Universidade de Sorocaba, avaliada como Qualis B2 em Comunicação e Informação. A partir de 2014, passa a publicar trabalhos de pesquisadores vinculados a Programas de Pós-Graduação <em>Stricto Sensu</em>de instituições de educação superior nacional ou internacional, sob a forma de artigos, resenhas, entrevistas, resumos expandidos de dissertações e teses, todos relacionados a tema previamente determinado. ISSN Eletrônico - 2177-5788 | ISSN Impresso - 0102-6437</p> http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3842 Comunicação, Cidade e Territorialidades Contemporâneas 2020-03-04T18:45:03+00:00 Maria Ogécia Drigo maria.drigo@prof.uniso.br 2020-02-11T18:41:57+00:00 Copyright (c) 2020 Revista de Estudos Universitários - REU http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3830 Cidade, Comunicação e Cultura 2020-03-04T18:45:04+00:00 Carles Carreras i Verdaguer ccarreras@ub.edu <p>Conferência ministrada pelo Prof. Dr. Carles Carreras i Verdaguer no encerramento do XIII Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba, às 9 horas de 25 de setembro de 2019, no auditório do Bloco F da Cidade Universitária Professor Aldo Vannucchi, em Sorocaba, São Paulo, Brasil.</p> 2020-02-11T18:34:02+00:00 Copyright (c) 2020 Revista de Estudos Universitários - REU http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3736 Cidade e Mídia 2020-03-04T18:45:04+00:00 Herom Vargas heromvargas50@gmail.com Andressa Carai Monteiro monteiroac@hotmail.com Amanda Jordão Zanco amandajzanco@gmail.com <p>Este artigo discute formas de representação, identidade e memórias dos indivíduos nas cidades por meio do conceito das cartografias críticas pensadas por Crampton (2010) e Jameson (1991). Pela análise da cartografia WikiMapa<em>, </em>são levantadas questões sociais e culturais sobre regiões marginalizadas que não pertencem aos mapas oficiais das cidades<em>.</em> Partimos do princípio de que as cartografias críticas são portadoras de discursos. A partir dos estudos de Ferrara (2008), entendemos a <em>urbe</em> como um complexo sistema comunicativo e palco de conflitos nas relações entre os cidadãos nos seus espaços de pertencimento. Beck (1997) nos oferece a base conceitual para discutir os aspectos políticos nas cidades, Bauman (2001), os espaços vazios, e Hall (2011), a construção da identidade dos moradores das comunidades marginalizadas.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3758 Sobre Viver a Cidade em Risco 2020-03-04T18:45:05+00:00 Charles Santos charles.santtos@yahoo.com.br Ana Carolina Lima Santos outracarol@gmail.com <p>Este texto se constitui como um relato sobre Barão de Cocais, município do interior mineiro que, desde o começo de 2019, convive com o medo de ser afetado pelo rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração, pertencente à Vale. Motivada por esse possível acontecimento, a narrativa se constrói a partir da experiência de quem vivencia a cidade e sente a angústia e o desespero no próprio corpo. Para configurá-la, uma série de reflexões teórico-conceituais são empreendidas junto a uma retrospectiva, da constituição da urbe atrelada à atividade minerária, e com uma descrição das condições do espaço na atualidade, em suas interações e intervenções produzidas pelo risco iminente. Objetiva-se, com isso, propor uma leitura da cidade, ela mesma fenômeno comunicacional. O que se empreende daí, em uma dimensão prática, aponta a tomada de consciência histórica que envolve a percepção do passado, presente e futuro que se chocam.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3755 O Papel das Políticas de Fomento ao Setor Audiovisual e a Construção da Imagem da Cidade de São Paulo 2020-03-04T18:45:06+00:00 Raphael Brito Faustino rbfaustino@casperlibero.edu.br <p>O presente trabalho tem como objetivo avaliar as políticas de fomento ao setor audiovisual, em especial a atuação da Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo (SPCine). Utilizando-se do referencial teórico da Economia Política da Comunicação e da Economia Criativa, identifica-se que a proposta da Spcine busca fomentar o setor audiovisual na cidade de São Paulo, em especial a partir dos seus impactos econômicos e na promoção da cidade no circuito das cidades globais. Para tal, destaca-se brevemente a estruturação da política de fomento ao setor audiovisual desenvolvida no Brasil nas últimas décadas, bem como a atuação da Spcine, destacando seus principais programas e os recursos aplicados. Neste sentido, avalia-se criticamente o papel da cultura como agente no processo de formação da imagem e marketing urbano.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3746 Grafitecidade como Plataforma Produtora de Imagens na Cartografia Urbana 2020-03-04T18:45:07+00:00 José Geraldo Oliveira zegera@hotmail.com <p>Grafitecidade é um espaço de ação em que agentes transgressores se apropriam esteticamente da cidade e a transformam em uma plataforma de imagens. A proposta deste ensaio é uma reflexão sobre a paisagem urbana como uma narrativa através da ação dos grafiteiros, agentes contemporâneos de comunicação e de apropriação do espaço urbano. Um território de metáforas em movimento que em seu caráter efêmero reúne pontos de tensões dialéticas. Uma paisagem ritmada pela interação do observador em movimento que produz olhares nos interstícios urbanos, já que o corpo do observador também está ali e deseja interagir. O caminhante pode perceber fragmentos das várias cidades contidas na cidade, em que os grafiteiros impõem uma comunicação que transita entre a agressividade e a passividade do observador, ao mesmo tempo em que busca criar um território de diálogo hibrido onde confluem as tensões, o pertencimento, a identidade.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3762 City Marketing, Aspectos Culturais e Relações Simbólicas na Construção da Imagem-Marca de Cidades 2020-03-04T18:45:08+00:00 Francine da Silva Pujol FRANPUJOL@GMAIL.COM Renata Patricia Corrêa Coutinho renatacorreacoutinho@gmail.com <p>As cidades nunca cresceram tanto como hoje, através de uma esfera cultural, num processo que modifica os próprios conceitos de cultura e de cidade, unindo, desse modo, como até então não acontecera, a economia política da cultura e a economia política do lugar. O <em>city marketing </em>é uma ferramenta poderosa de difusão de discurso, já que o marketing urbano permite identificar as estreitas relações entre os campos de cultura, da comunicação e da política, que nela atuam para tornar hegemônicas determinadas leituras do espaço. O presente estudo tem por objetivo entender o conceito de <em>city marketing,</em>compreender o uso desta ferramenta para a manutenção da marca das cidades, e também, objetiva contribuir para a construção de conhecimento acerca da importância e do papel da cultura no processo de gestão da imagem e da construção simbólica da identidade das cidades e da promoção delas. A pesquisa caracteriza-se como sendo exploratória e a pesquisa bibliográfica será o método utilizado para seu desenvolvimento.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3756 A Geografia da Televisão e suas Trocas Simbólicas 2020-03-04T18:45:10+00:00 Julio Cesar Gonçalves goncaju@uol.com.br Mara Rovida mara.rovida@prof.uniso.br <p>Diante da constatação de que no espectro eletromagnético a distribuição dos sinais para transmissões de rádio e TV não acompanha outras formas oficialmente utilizadas nas divisões administrativa, política e territorial do espaço no país, esta pesquisa, ainda em fase inicial, tem como objetivo compreender como se dão as trocas simbólicas entre Sorocaba e Jundiaí, cidades médias que nunca tiveram laços entre si, mas foram unidas pela geografia da televisão. Utilizando-se de metodologia empírico-teórica, tomando como referência a teoria social da mídia de John Thompson e a ressignificação dos espaços geográficos de Milton Santos, o estudo busca identificar qual visibilidade o local ganha na programação da maior rede de televisão do Brasil e como isso repercute nas relações entre sorocabanos e jundiaienses.&nbsp; Os resultados a serem alcançados podem permitir entender as novas relações entre as duas cidades cerca de duas décadas depois de elas terem se ligado pela televisão</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3657 A Pesquisa de Territorialidades Ambientais em Estudos Pós-Coloniais do Jornalismo na Amazônia 2020-03-04T18:45:11+00:00 Simão Farias Almeida simon-jp@hotmail.com <p>O conceito de territorialidade incide numa problemática metodológica e teórica antes mesmo de migrar aos campos da comunicação e do jornalismo. Os estudos pós-coloniais podem contribuir na percepção de conflitos identitários nele envolvidos, capazes de elucidar e legitimar os sentidos das lutas políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais comuns às territorialidades humanas e não humanas. Partiremos das discussões em torno do termo na geografia e no contexto amazônico, para, em seguida, ilustrar as representações de territorialidades ambientais na comunicação indígena, como forma de pesquisar os fatores e os contextos complexos, multivalentes e sobrepostos na cobertura jornalística de demandas de sujeitos minoritários por ocupação territorial na Amazônia brasileira. Pretendemos sugerir pautas e objetos de estudo a respeito das singularidades da temática na região, tendo em vista a coexistência da sua diversidade social, étnica e de ecossistemas naturais.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3739 Mediações Comunicativas da Cultura Automotiva 2020-03-04T18:45:12+00:00 Sergio Robinson Quintanilha pixmidia@gmail.com Eugênio Bucci eugeniobucci@uol.com.br <p>O propósito do presente artigo é dar maior dimensão epistemológica a uma pesquisa baseando-a na teoria barberiana da comunicação. Reunindo elementos de três mapas de mediações oferecidos por Jesús Martín-Barbero, os autores criam um mapa exclusivo para investigar o chamado jornalismo automotivo (especializado em veículos automotores), os automóveis e a mobilidade, ao qual dão o nome de Mediações Comunicativas da Cultura Automotiva. O projeto busca pistas para percorrer o caminho entre o mito da liberdade oferecida por um automóvel e o amplo conceito de mobilidade que se faz necessária dentro do parâmetro das grandes cidades que se pretendam sustentáveis e, em boa medida, já demandada pelo público.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3765 Sobre as Bases Videográficas (ou Cinematográficas) da Língua Brasileira de Sinais 2020-03-04T18:45:13+00:00 Marcelo Santos masmoraes@casperlibero.edu.br <p>Este artigo sugere que a noção de cinematografia, concebida por Sergei Eisenstein como “montagem”, a combinação de cenas que são representativas, de significado único e neutras em conteúdo, em contextos e séries intelectuais, através das quais se consegue produzir um “cinema intelectual”, talvez seja base para pensar não apenas o cinema em seus próprios termos, mas também as línguas de sinais, cujo princípio semiótico, eis a hipótese de trabalho, é o mesmo do cinema eisensteiniano. Inicialmente, examina-se a noção de ideograma, signos figurativos não fonéticos criados para representar existentes ou ideias. Na sequência, fala-se do ideograma como base do cinema de Eisenstein e de como este mesmo alicerce parece importante para se refletir sobre a Língua Brasileira de Sinais, inclusive sobre o seu registro.&nbsp;</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3760 A Digitalização do Corpo 2020-03-04T18:45:14+00:00 Carlos Roberto da Costa ccosta@casperlibero.edu.br Keite Pacheco Keite.pacheco@gmail.com <p>A aparente separação entre corpo e mente é abordada desde a antiguidade no pensamento ocidental. Este artigo tem a proposta de acompanhar esses movimentos e as tentativas de perpetuar o efêmero, que se agudizou na contemporaneidade. O corpo é mensagem e mercadoria, ele fala por meio de nossos gestos e expressões. Nessa caminhada levamos como guias Sigmund Freud, Beatriz Sarlo e Umberto Eco. Com esse referencial analisamos três camadas da possibilidade de digitalização, tendo como objeto de estudo o filme O congresso futurista (Ari Folman, 2013) e os seriados Black Mirror (o episódio Nosedive, da terceira temporada, dirigido por Joe Wright) e Years and Years (2019), dirigido por Russel T. Davis, numa produção da BBC em parceria com a HBO.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3748 Aos Autores da Narrativa da Contemporaneidade 2020-03-04T18:45:15+00:00 Cremilda Celeste de Araújo Medina medinase@usp.br <p>Em conferência proferida aos alunos de Jornalismo da Universidade de Sorocaba e demais membros da comunidade universitária, Cremilda Celeste de Araújo Medina recupera sua trajetória forjada entre o laboratório da arte de tecer o presente e a academia. A experiência rememorada da referência para os pesquisadores em comunicação permite observar a elaboração epistemológica que orienta sua abordagem como comunicadora e pesquisadora da área. O registro da fala foi recuperado e revisado pela autora.</p> 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3742 Antes é que era bom! 2020-03-04T18:45:16+00:00 Paulo Antonio de Sousa Marquêz paulomarquez.rp@gmail.com 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/3754 Direito à informação 2020-03-04T18:45:16+00:00 Jennifer Silva Lucchesi jenniferlucchesi@hotmail.com Mara Rovida mara.rovida@prof.uniso.br 2019-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 REU - Revista de Estudos Universitários