DECLARAÇÃO DE BOLONHA E INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR: PROTAGONISMO DOS REITORES E AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM QUESTÃO

Autores

  • Lucídio Bianchetti
  • António M. Magalhães

Resumo

Este artigo é parte de pesquisa sobre internacionalização da educação superior. Por meio dele analisamos alguns antecedentes da Declaração de Bolonha (DB) e o envolvimento dos reitores nesse processo. Detectamos que estes, da condição de protagonistas, embora predominantemente reativos, frente às exigências da União Européia (UE) às universidades, foram tornando-se executores de um processo heterônomo na criação da Área Europeia de Ensino Superior. Demandas exógenas à instituição submeteram-na a um processo de constrição da sua condição de universitas, como se pode observar na Magna Charta Universitatum de 1988. A DB é um marco na história das universidades dos países da UE e de outros que aderiram ao Processo de Bolonha, com repercussões na autonomia da instituição. Focalizar esses aspectos ajuda a compreender o que está se passando com essas universidades. Porém, dada a “agenda globalmente estruturada para a educação”, a universidade brasileira poderia tirar desse fato muitas lições.

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Como Citar

BIANCHETTI, L.; MAGALHÃES, A. M. DECLARAÇÃO DE BOLONHA E INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR: PROTAGONISMO DOS REITORES E AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM QUESTÃO. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, Campinas; Sorocaba, SP, v. 20, n. 1, 2015. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/avaliacao/article/view/2173. Acesso em: 6 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos