Apesar do potencial das nanopartículas de prata, ainda são necessários avanços nas formulações para o tratamento de acidentes ofídicos

Autores

  • Guilherme Profeta

Resumo

Acidentes envolvendo animais peçonhentos — como as aranhas, os escorpiões e as serpentes — configuram a segunda causa mais recorrente de envenenamento em seres humanos no Brasil (ficando atrás somente da intoxicação por medicamentos). Contudo, nem todo animal venenoso pode ser considerado PEÇONHENTO, o que significa que algumas ocorrências de envenenamento podem ser causadas, também, por animais não peçonhentos. É o caso da serpente Philodryas olfersii, conhecida popularmente como cipó-listrada, que possui glândulas de veneno, mas cuja dentição tem um formato que dificulta sua inoculação, fazendo assim com que ela seja considerada não peçonhenta.

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Publicado

2025-12-05

Declaração de Disponibilidade de Dados

Texto completo da pesquisa (em português): 
https://uniso.br/mestrado-doutorado/farmacia/dissertacoes/2021/jaqueline-assuncao.pdf

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

PROFETA, Guilherme. Apesar do potencial das nanopartículas de prata, ainda são necessários avanços nas formulações para o tratamento de acidentes ofídicos. Uniso Ciência, Sorocaba, SP, v. 8, n. 16, p. 70–79, 2025. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/ciencia/article/view/6157. Acesso em: 21 ago. 2026.