Apesar do potencial das nanopartículas de prata, ainda são necessários avanços nas formulações para o tratamento de acidentes ofídicos
Resumo
Acidentes envolvendo animais peçonhentos — como as aranhas, os escorpiões e as serpentes — configuram a segunda causa mais recorrente de envenenamento em seres humanos no Brasil (ficando atrás somente da intoxicação por medicamentos). Contudo, nem todo animal venenoso pode ser considerado PEÇONHENTO, o que significa que algumas ocorrências de envenenamento podem ser causadas, também, por animais não peçonhentos. É o caso da serpente Philodryas olfersii, conhecida popularmente como cipó-listrada, que possui glândulas de veneno, mas cuja dentição tem um formato que dificulta sua inoculação, fazendo assim com que ela seja considerada não peçonhenta.
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