Narrar a morte é comunicar, nas entrelinhas, a cultura
Resumo
Passava bem pouco das 7 horas da manhã de domingo. O frescor do dia de descanso podia ser percebido pelo silêncio que ainda se fazia audível ao redor. Por isso, a tela iluminada do celular, anunciando uma chamada de voz, não parecia um bom presságio. O nome de quem ligava era conhecido e fazia parte do cotidiano íntimo e, sim, a notícia era a de um fim esperado, mas mesmo assim difícil. [...]
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Publicado
2024-12-10
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
ROVIDA, Mara. Narrar a morte é comunicar, nas entrelinhas, a cultura. Uniso Ciência, Sorocaba, SP, v. 7, n. 14, p. 50–65, 2024. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/ciencia/article/view/6187. Acesso em: 7 jul. 2026.