Queernesse e transgressão do corpo no corpo do documentário Castanha

Autores

  • Guilherme Castro Universidade Anhembi Morumbi
  • Bernadette Lyra Universidade Anhembi Morumbi

DOI:

https://doi.org/10.22484/2318-5694.2017v5n10p6%20-%2017

Resumo

Este artigo se propõe a compreender as configurações cinematográficas nas formas de documentário do longa metragem Castanha (Davi Pretto, 2014), frente à  teoria queer, referenciada por Butler e  a teoria da produção de presença, de Hans Ulrich Gumbrecht. É possível relacionar a não essencialidade que fundamenta ambas as teorias – de gênero e estética – e compreender que as estratégias do Cinema Direto e do Documentário Poético são formas de produção de presença que favorecem uma narrativa em fluxo; assim como é possível propor e perceber transgressões de queernesse no próprio corpo do filme.

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Biografia do Autor

Guilherme Castro, Universidade Anhembi Morumbi

Doutorando e Mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi - UAM. Professor na Universidade Luterana do Brasil – ULBRA.

Bernadette Lyra, Universidade Anhembi Morumbi

2. Bernadette Lyra: Doutora em Artes/Cinema pela Universidade de São Paulo –USP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, SP. Professora Emérita da Universidade Federal do Espírito Santo –UFES. 

Publicado

2017-12-11

Como Citar

Castro, G., & Lyra, B. (2017). Queernesse e transgressão do corpo no corpo do documentário Castanha. Tríade: Comunicação, Cultura E Mídia, 5(10). https://doi.org/10.22484/2318-5694.2017v5n10p6 - 17