Queernesse e transgressão do corpo no corpo do documentário Castanha

  • Guilherme Castro Universidade Anhembi Morumbi
  • Bernadette Lyra Universidade Anhembi Morumbi
Palavras-chave: Análise fílmica. Queernesse. Produção de sentido. Cinema em fluxo.

Resumo

Este artigo se propõe a compreender as configurações cinematográficas nas formas de documentário do longa metragem Castanha (Davi Pretto, 2014), frente à  teoria queer, referenciada por Butler e  a teoria da produção de presença, de Hans Ulrich Gumbrecht. É possível relacionar a não essencialidade que fundamenta ambas as teorias – de gênero e estética – e compreender que as estratégias do Cinema Direto e do Documentário Poético são formas de produção de presença que favorecem uma narrativa em fluxo; assim como é possível propor e perceber transgressões de queernesse no próprio corpo do filme.

Biografia do Autor

Guilherme Castro, Universidade Anhembi Morumbi

Doutorando e Mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi - UAM. Professor na Universidade Luterana do Brasil – ULBRA.

Bernadette Lyra, Universidade Anhembi Morumbi

2. Bernadette Lyra: Doutora em Artes/Cinema pela Universidade de São Paulo –USP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, SP. Professora Emérita da Universidade Federal do Espírito Santo –UFES. 

Publicado
2017-12-11