A hierofania fílmica. A representação da manifestação do sagrado em dois filmes hollywoodianos: A canção de Benadette (King, 1948) e O milagre de Fátima (Brahm, 1952).

Autores

  • Luiz Vadico Universidade Anhembi Morumbi

Resumo

Neste artigo observaremos de que forma a hierofania é representada em filme e o papel dos efeitos especiais na sua elaboração. Chamamos de hierofania a manifestação do sagrado no profano, conforme o conceito do historiador das religiões Mircea Eliade. Interessa-nos, sobretudo as manifestações relativas a corpos humanos. Este recorte limitado se deve ao fato de haver dezenas de filmes ao longo da história do cinema que elaboram representações hierofânicas, que recaem sobre objetos e ou pessoas, e neles ocorrem abordagens distintas. Serão objeto de análise os filmes A canção de Bernadette (King, 1948) e O milagre de Fátima (Brahm, 1952), duas produções hollywoodianas realizadas no mesmo período

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Biografia do Autor

Luiz Vadico, Universidade Anhembi Morumbi

Luiz Vadico. Prof. Dr. em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas. Professor no Progrma de Pós-Graduação em Comunicação - Universidade Anhembi Morumbi - UAM. São Paulo - SP. Historiador e escritor, sendo autor dos livros: Filmes de Cristo. Oito Aproximações. São paulo: Ed. A Lápis, 2010; Memória Impura. São Paulo: Ed. Novo Século, 2012; Noite Escura. São paulo: Ed. Novo Século, 2013. Cinema e Religião. Perguntas e Respostas. São Paulo: Ed. A Lápis, 2014.

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Publicado

2015-06-30

Como Citar

Vadico, L. (2015). A hierofania fílmica. A representação da manifestação do sagrado em dois filmes hollywoodianos: A canção de Benadette (King, 1948) e O milagre de Fátima (Brahm, 1952). Tríade: Comunicação, Cultura E Mídia, 3(5). Recuperado de https://periodicos.uniso.br/triade/article/view/2191

Edição

Seção

ARTIGOS - Outras Perspectivas