Imagens-memória das ditaduras: factualidades e subjetividades

Autores

  • Denize Correa Araujo

Resumo

Este texto procura refletir sobre a memória das ditaduras através de filmes documentários, ficcionais e de animação, dramas baseados em fatos reais, docudramas, e dramas documentais.  São destacadas imagens fílmicas que se tornaram (ou se tornarão) imagens-memória, ou seja, imagens de impacto que contemplam pontos de vista diversos sobre factualidades das ditaduras, formando uma rede polifônica (Bakhtin) subjetiva.  O referencial teórico inclui conceitos de memória, tais como memória subjetiva, de Beatriz Sarlo, memória coletiva, de Maurice Halbwachs, esquecimento e silêncio, de Michel Pollack, lugares de memória, de Pierre Nora, e memória-percepção de Henri Bergson.  Meu argumento é que há imagens-memória em filmes como O Triunfo da Vontade (1935), Cartas a uma ditadura (2006), 48 (2010), Ida (2013), O Médico Alemão (2014), Bastardos Inglórios (2009), Heldenkanzler (2012) e Repare Bem (2012), entre outros. 

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Publicado

2015-06-30

Como Citar

ARAUJO, D. C. Imagens-memória das ditaduras: factualidades e subjetividades. Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, Sorocaba, SP, v. 3, n. 5, 2015. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/triade/article/view/2254. Acesso em: 28 set. 2022.