Roland Barthes: o estado Adâmico da linguagem

Autores

  • Iury Carlos Bueno Universidade Federal do Amazonas -UFAM PUC/SP
  • Rodrigo Fontanari Professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura

DOI:

https://doi.org/10.22484/2318-5694.2016v4n8p95-116

Resumo

A extensa obra de Roland Barthes, apesar da aparente incoerência teórica, apontou sempre para uma conjunção, para um norte. No extremo desse caminhar, encontramos no fim de sua carreira como escritor o conceito do Neutro, conceito esse que funciona como uma espécie de bússula emotiva, na busca do escape dos paradigmas. Baseando-nos na última década de sua produção intelectual, mais especificadamente no curso ministrado no Collège de France, chamado O Neutro (1977-1978), buscamos nesse artigo justificar um possível entendimento do conceito do Neutro na escritura barthesiana. Conceito esse formulado buscando uma fuga às significações cristalizantes, tão constantes em nosso mundo. O presente trabalho é uma forma de percorrer rapidamente esse conceito, para colocar em discussão essa possibilidade, que a obra de Barthes nos permite como pesquisadores.

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Biografia do Autor

Iury Carlos Bueno, Universidade Federal do Amazonas -UFAM PUC/SP

Possui graduação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná-UFPR e mestrado em Estudos de Linguagens pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS. Atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas-UFAM. Doutorando em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Tem experiência na área de Comunicação e Artes, com ênfase em Fotografia, atuando principalmente nos seguintes temas: fotografia e arte.

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Publicado

2016-12-09

Como Citar

BUENO, I. C.; FONTANARI, R. Roland Barthes: o estado Adâmico da linguagem. Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, Sorocaba, SP, v. 4, n. 8, 2016. DOI: 10.22484/2318-5694.2016v4n8p95-116. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/triade/article/view/2631. Acesso em: 3 dez. 2022.