Refazendo um trajeto: 10 anos de Semiologia – A teoria do Texto de Roland Barthes

Autores

  • Carolina Molinar Bellocchio Universidade de São Paulo
  • Claudia Amigo Pino Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22484/2318-5694.2016v4n8p56-76

Resumo

Este artigo parte da hipótese da virada de postura intelectual e escritural que Roland Barthes operou na década de 1960. Acreditamos que essa virada esteja ligada a uma nova maneira de Barthes se colocar em sua escritura, de incidir subjetivamente em sua produção, ligando a atividade acadêmica, profissional, a um trabalho de inscrição de subjetividade. Este trabalho pretende seguir algumas pegadas de modo a recompor o caminho trilhado por ele nesse período de 1961 a 1971-1972, no marco da década, de maneira específica o Seminário “10 anos de Semiologia – A teoria do Texto, oferecido na École pratique des hautes études. A fim de efeturamos tal análise, propomos refazer parte do trajeto empreendido por Barthes através da leitura de trechos de alguns textos, tais como os Elementos de Semiologia, Ensaios Críticos, A Aventura semiológica, Rumor da Língua e do seminário sobre Sarrasine de Balzac

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Biografia do Autor

Carolina Molinar Bellocchio, Universidade de São Paulo

Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês

Claudia Amigo Pino, Universidade de São Paulo

Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo- USP. É Professora Associada de literatura francesa na Universidade de São Paulo

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Publicado

2016-12-09

Como Citar

BELLOCCHIO, C. M.; PINO, C. A. Refazendo um trajeto: 10 anos de Semiologia – A teoria do Texto de Roland Barthes. Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, Sorocaba, SP, v. 4, n. 8, 2016. DOI: 10.22484/2318-5694.2016v4n8p56-76. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/triade/article/view/2730. Acesso em: 3 dez. 2022.