Mitologias: falsa consciência e consciência partida

Autores

  • Leda Tenório da Motta

DOI:

https://doi.org/10.22484/2318-5694.2016v4n8p238-247

Resumo

Pesam-se aqui as referências marxistas do primeiro Roland Barthes, de modo a ressaltar as diferenças metodológicas de uma nova crítica cultural, informada pela leitura de Saussure. Isso demanda distinguir entre “mistificação” e “mitificação”, assinalando-se a maneira, em seu momento inédita e surpreendente, como Mitologias passa a formular uma semiologia da conotação e a sediar a alienação burguesa na execução da linguagem. A esta outra forma de consciência propomos chamar “consciência partida” ou “consciência infeliz”, todos termos de Barthes, por contraposição à “falsa consciência”, tal como entendida no quadro das premissas teóricas marxistas para o fetiche da mercadoria. 

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Biografia do Autor

Leda Tenório da Motta

Pesquisador do CNPq nível 1, Doutor em Semiologia Literária pela Universidade de Paris VII – Denis Diderot.  Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). 

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Publicado

2016-12-09

Como Citar

MOTTA, L. T. da. Mitologias: falsa consciência e consciência partida. Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, Sorocaba, SP, v. 4, n. 8, 2016. DOI: 10.22484/2318-5694.2016v4n8p238-247. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/triade/article/view/2810. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS - OUTRAS PERSPECTIVAS