Tradi(visão) e Tradu(visão) em O Último voo do flamingo de Mia Couto

Autores

  • N'gana YEO UFSC/PGET

DOI:

https://doi.org/10.22484/2177-5788.2016v42n1p199-212

Resumo

Se escrever é verter em palavras ideias e fatos, e mesmo até um certo ponto representar o mundo. Mia Couto, por sua vez, contador de histórias, procurou traduzir a vida dos Tizangarenses em O último voo do Flamingo. Este artigo tem como objetivo refletir sobre essa representação do mundo através da passagem da oralidade para a escrita que, em si, é uma tradução intersemiótica influenciada pela visão e pelo mundo do autor.

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Biografia do Autor

N'gana YEO, UFSC/PGET

Doutorando na Pos-Graduação em Estudos de Tradução.

Processo de Retextualização, Historia da Tradução, tradução e Cultura

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Publicado

2016-08-10

Como Citar

YEO, N. Tradi(visão) e Tradu(visão) em O Último voo do flamingo de Mia Couto. Revista de Estudos Universitários - REU, [S. l.], v. 42, n. 1, 2016. DOI: 10.22484/2177-5788.2016v42n1p199-212. Disponível em: http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/2511. Acesso em: 2 jul. 2022.