A arquitetura do AI-5:

os militares, o movimento estudantil e a imprensa

  • Maria Ribeiro do Valle Universidade Estadual Paulista – UNESP. Departamento de Sociologia.
Palavras-chave: Movimento Estudantil, Grande imprensa, Ditadura militar, Brasil 1968

Resumo

O presente artigo trata dos principais acontecimentos do Movimento Estudantil, em 1968, no Brasil, que reúne seus interlocutores – o governo, a imprensa, a população – em um diálogo conturbado que desemboca na decretação do AI-5. A maior parte da grande imprensa analisada, com exceção do Correio da Manhã, posiciona-se contrariamente ao ME e pede a intervenção da ditadura para contê-lo. Contudo, com o Ato 5, inclusive a grande imprensa será duramente golpeada com o início da vigência da censura.

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Referências

CORREIO DA MANHÃ. Rio de Janeiro, edições de1968.
FOLHA DE S.PAULO. São Paulo, edições de 1968.
MARTINS FILHO, João Roberto. O movimento estudantil e Ditadura Militar, 1964-1968. Campinas: Papirus, 1987.
O ESTADO DE S.PAULO. São Paulo, edições de 1968.
VALLE, Maria Ribeiro do. 1968: o diálogo é a violência – movimento estudantil e ditadura militar no Brasil. Campinas: Unicamp, 2008.
VELASCO E CRUZ, Sebastião. “1968 - movimento estudantil e crise na política brasileira". Primeira Versão, Campinas: IFCH-Unicamp, 32, 1991.
Publicado
2017-08-18
Como Citar
RIBEIRO DO VALLE, M. A arquitetura do AI-5:. REU - Revista de Estudos Universitários, v. 43, n. 1, p. 99-111, 18 ago. 2017.