Da escritura à pintura:

o grafo de Roland Barthes

Autores

  • Rodrigo Fontanari Universidade de Sorocaba

DOI:

https://doi.org/10.22484/2177-5788.2016v42n1p33-49

Resumo

Entre o traço e o grafo, o gesto da escritura plástica de Barthes, a meu ver, coloca em fricção os signos verbais e imagéticos, como se tratasse aí de ser uma tradução intersemiótica da noção de neutro, tal qual o semiólogo definiu no ciclo de conferência no Collège de France, no ano de 1977-1978 como: deslocamentos ardentes da lei do signo e das constrições da língua.

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Biografia do Autor

Rodrigo Fontanari, Universidade de Sorocaba

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura

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Publicado

2016-08-10

Como Citar

FONTANARI, R. Da escritura à pintura:: o grafo de Roland Barthes. Revista de Estudos Universitários - REU, [S. l.], v. 42, n. 1, 2016. DOI: 10.22484/2177-5788.2016v42n1p33-49. Disponível em: http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/reu/article/view/2533. Acesso em: 2 jul. 2022.