O desvelamento crítico do capital como resistência melancólica e literária
tensões entre medalhões, malandros e boêmios
DOI:
https://doi.org/10.22484/2177-5788.2025v51id5703Palavras-chave:
Literatura, Melancolia, ResistênciaResumo
Este texto, escrito em tom ensaístico, apresenta um diálogo entre campos do jornalismo e da literatura por meio de personagens e escritores envolvidos em um processo de desvelamento crítico das violências praticadas pelo capital. São acionados três elementos para discussão: o medalhão, o malandro e o boêmio pingente, figuras que emergem como antíteses uma da outra e de seus tempos em textos dos escritores Machado de Assis, Jorge Amado, Lima Barreto e João do Rio. O trabalho investe em um percurso metodológico de mapeamento de rastros sobre uma “melancolia revolucionária” (de resistência, pela literatura), que se mostra avessa à modernidade e ao capital. A partir do caminho traçado, objetiva-se obter as interseções entre essas supracitadas figuras, reconhecendo suas importâncias enquanto tensionadores culturais. As perspectivas postas em funcionamento demonstram como as violências do capital são subvertidas e descortinadas em prol da instituição do lirismo que contorna e é contra o chamado “tempo burguês da desumanização” (em termos benjaminianos).
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Copyright (c) 2025 Cláudio Coração, William David Vieira, Saulo Pedrosa da Fonseca Rios

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