Para além do 'Felizes para Sempre'

violência contra a mulher e possibilidades de emancipação em A bela e a fera

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22484/2177-5788.2025v51id5786

Palavras-chave:

violência conta a mulher, A bela e a fera, performatividade de gênero

Resumo

O presente artigo se vale das ideias de Judith Butler (2019), Lourdes Maria Bandeira (2014), Nancy Fraser (2019), Flávia Biroli (2012) e Marielle Macé (2019) para realizar uma análise das performatividades de Bela e dos dois personagens masculinos principais do longa-metragem A Bela e a Fera (1991), tendo em vista compreender e observar quais normas regulatórias são reforçadas ou desafiadas na narrativa. Dessa forma, a produção quer avançar sobre as discussões apresentadas em trabalho anterior realizado pelas mesmas autoras. Busca-se também ir além, realizando aproximações com o ciclo da violência doméstica para compreender se a visão proposta na narrativa da experiência de Bela confunde meninas e mulheres quando se trata de identificar relacionamentos tóxicos e imaginar maneiras de emancipação na amizade feminina pela protagonista a partir das reflexões propostas por Marilda Ionta.  

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Angela Cristina Salgueiro Marques, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora associada do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. Professora do Programa de Pós-graduação de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. Doutora em Comunicação Social pela mesma instituição.

  • Laura Adler Lara de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais

    Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades. Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

  • Amanda Mota de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais

    Graduada em Psicologia pela PUC Minas (2023) e em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (2023). Atualmente, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia: Cognição e Comportamento da UFMG (2024), com ênfase em Neuropsicologia do Desenvolvimento. Membro do Grupo de Pesquisa em Memória e Cognição (GPMC - UFMG).

Downloads

Publicado

22-12-2025

Edição

Seção

DOSSIÊ CULTURA MIDIÁTICA E CRÍTICA DA VIOLÊNCIA: DENÚNCIA, RESISTÊNCIA E EMANCIPAÇÃO

Como Citar

Para além do ’Felizes para Sempre’: violência contra a mulher e possibilidades de emancipação em A bela e a fera. Revista de Estudos Universitários - REU, Sorocaba, SP, v. 51, p. e025017, 2025. DOI: 10.22484/2177-5788.2025v51id5786. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/reu/article/view/5786. Acesso em: 2 jan. 2026.