Apresentação — Inteligência Artificial Generativa e Educação
fundamentos, desafios e perspectivas
DOI:
https://doi.org/10.22484/2177-5788.2025v51id6125Palavras-chave:
inteligência artificial generativa (IAG), educaçãoResumo
O termo Inteligência Artificial, utilizado por John McCarthy (1927-2011), em 1956, na Conferência de Dartmouth, deu início a um processo que culminou com o lançamento público do ChatGPT (OpenAI), em 30 de novembro de 2022, em interface de chat. Entendido como uma vitória dos cientistas da computação na busca por replicar a inteligência humana em máquinas interativas e iterativas.
Desde então, o encantamento com a IAG é colocado em questão pelas ameaças que vão desde a dependência cognitiva (“preguiça Intelectual”); a privacidade de dados e a confidencialidade de informações; a desigualdade de acesso até a substituição de empregos. Assim, uma pergunta inquieta profissionais de várias áreas: como equilibrar o potencial da IAG evitando os riscos que ela traz? Todos concordam que a IAG é uma ferramenta que amplia os recursos humanos, mas essa ampliação só será efetiva e ética se acompanhada de responsabilidade individual e institucional; diretrizes e normas claras e um sentido estratégico e coletivo.
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Copyright (c) 2026 Maria Alzira de Almeida, Aléxia Roche

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