Uma reflexão sobre o componente ilógico do brincar – experiência estética... mobílias mutantes nos arranjos do vivido

Palavras-chave: Brincar., Crianças., Estética., Signo.

Resumo

O presente trabalho se inspirou na observação de crianças de quatro anos brincando em um laboratório de ludicidade de Rondonópolis, Mato Grosso. Chama a atenção o fato de os pequenos tenderem a desmanchar os cantos temáticos, misturando os brinquedos, dentre outras ações pouco comuns ao olhar pedagógico. Em que pese tal percepção, o texto afirma que a natureza irracional e suprabiológica do jogo geralmente não é abordada pelas teorias educacionais, herdeiras da modernidade logocêntrica. Para contribuir com respostas teóricas ao problema, elaborou-se uma reflexão semiótica do brincar, demonstrando-se que os signos desta experiência não apresentam identidade fixa, fundamento de todo discurso racional. Com o percurso reflexivo, pretende-se ampliar as abordagens sobre a ludicidade, considerando sobretudo sua natureza estética e sígnica.  

Biografia do Autor

Marlon Dantas Trevisan, UFMT - Câmpus Universitário de Rondonópolis

Doutor em Educação. Prof. Adjunto do Dept° de Educação / ICHS / UFMT / Câmpus Universitário de Rondonópolis.

 

Publicado
2018-12-19
Como Citar
TREVISAN, M. Uma reflexão sobre o componente ilógico do brincar – experiência estética... mobílias mutantes nos arranjos do vivido. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, v. 20, n. 3, p. 707-719, 19 dez. 2018.
Seção
Artigos