Há uma horta no meio da cidade

Palavras-chave: Práticas pedagógicas, Perspectiva ecologista de educação, Narrativas

Resumo

Este texto ressalta as perspectivas ecologistas das práticas pedagógicas realizadas em 2018 com as turmas de graduação em Pedagogia e Geografia, do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo, permeadas por diálogos amorosos, estudos e problematizações de situações concretas que vivemos nos cotidianos como sujeitos históricos com capacidade de conhecer e intervir no mundo e com o mundo. Nosso desejo com esse artigo é apresentar movimentos de aprender e ensinar, que fazem parte das concepções do Projeto Narradores da Maré, com ênfase nos movimento ecologistas das práticas pedagógicas aqui expostas com narrativas e imagens. Nosso posicionamento se aproxima dos pensamentos de Paulo Freire e de Marcos Reigota conectados com as dimensões éticas, teóricas e metodológicas das perspectivas ecologistas de educação. Durante o semestre letivo criamos momentos de leituras, estudos e diálogos em sala de aula, oficinas de composteira, aulas de campo no centro histórico de Vitória e seminários de apresentação dos grupos de trabalhos.

Biografia do Autor

Soler Gonzalez, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutor em Educação (UFES). Professor Adjunto do Centro de Educação/Ufes e Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional em Educação (PPGME/Ufes). Coordenador do Laboratório de Ensino e Aprendizagem em Geografia - Leageo/Ufes.

Andréia Teixeira Ramos, Universidade Federal do Espirito Santo

Doutora em Educação (UNISO). Pesquisadora colaboradora do Projeto de Extensão, Pesquisa, Ensino e formação "Narradores da Maré: geografias dos manguezais da Baía de Vitória e formação de professores/as” e do Grupo de Pesquisa “Territórios de Aprendizagens Autopoiéticas” (CNPq/Ufes).

Publicado
2019-04-30
Como Citar
GONZALEZ, S.; RAMOS, A. Há uma horta no meio da cidade. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, v. 21, n. 1, p. 157-178, 30 abr. 2019.
Seção
Dossiê - As Educações Ambientais insistem e lutam: (re)existências, vivências,