Escola e violência: uma dúzia de pontos para proto socorro

Autores

  • Cláudia Rosa Riolfi

Resumo

Neste artigo, toma-se como objeto de reflexão comportamentos escolares ou impróprios e busca-se, a partir de referenciais psicanalíticos, compreender sua origem no interior da própria relação pedagógica. Na análise, identifica-se a dificuldade de a escola e o professor compreenderem a motivação juvenil e necessidade que o jovem tem um referencial - o Pai - que lhe permita reposicionar-se no jogo escolar. Nesse sentido, tanto os comportamentos supostamente "bonzinhos" como os de indignação antes promovem do que inibem atitudes agressivas do aluno. Argumentando que a quaestão amorosa não é constitutiva do processo pedagógico, conclui-se que o professor deve assumir, na relação professor-aluno um postura mais determinada e afirmativa, fazendo valer sua autoridade.

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Como Citar

RIOLFI, Cláudia Rosa. Escola e violência: uma dúzia de pontos para proto socorro. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, Sorocaba, SP, v. 1, n. 2, 1999. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/quaestio/article/view/1477. Acesso em: 21 maio. 2024.

Edição

Seção

Estudos