Encontros com poéticas indígenas, férteis fronteiras entre a educação e as artes

  • Alik Wunder

Resumo

As inquietudes que mobilizam pensamentos deste texto envolvem as fronteiras férteis entre arte, educação e povos indígenas brasileiros. Desejamos encontrar e pensar com expressões estéticas indígenas por meio de obras artísticas: ensaio “Sonhos” da fotógrafa Cláudia Andujar realizado com o povo Yanomami e o vídeo Ymá Nhandehetama de Almires Martins (terena-guarani), Armando Queirós e Marcelo Rodrigues. Com a filosofia de Gilles Deleuze, alguns de seus leitores e pensadores indígenas desafiamo-nos a pensar uma educação que se afirme na diferença, que se deixe contagiar pelas forças indígenas. Como receber e se deixar atravessar por imagens, palavras e sons outros de povos secularmente silenciados nos espaços escolares e acadêmicos? Como abrir neste mundo, muitos outros mundos possíveis, pela arte do encontro na diferença? Essas são questões que mobilizam criações e pensamentos.

Publicado
Nov 14, 2017
Como Citar
WUNDER, Alik. Encontros com poéticas indígenas, férteis fronteiras entre a educação e as artes. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, [S.l.], v. 19, n. 3, p. 513-527, nov. 2017. ISSN 2177-5796. Disponível em: <http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php/quaestio/article/view/3151>. Acesso em: 20 jan. 2018. doi: http://dx.doi.org/10.22483/2177-5796.2017v19n3p513-527.
Seção
Dossiê - Inquietudes e fronteiras cotidianas em educação