Encontros com poéticas indígenas, férteis fronteiras entre a educação e as artes

Autores

  • Alik Wunder

DOI:

https://doi.org/10.22483/2177-5796.2017v19n3p513-527

Resumo

As inquietudes que mobilizam pensamentos deste texto envolvem as fronteiras férteis entre arte, educação e povos indígenas brasileiros. Desejamos encontrar e pensar com expressões estéticas indígenas por meio de obras artísticas: ensaio “Sonhos” da fotógrafa Cláudia Andujar realizado com o povo Yanomami e o vídeo Ymá Nhandehetama de Almires Martins (terena-guarani), Armando Queirós e Marcelo Rodrigues. Com a filosofia de Gilles Deleuze, alguns de seus leitores e pensadores indígenas desafiamo-nos a pensar uma educação que se afirme na diferença, que se deixe contagiar pelas forças indígenas. Como receber e se deixar atravessar por imagens, palavras e sons outros de povos secularmente silenciados nos espaços escolares e acadêmicos? Como abrir neste mundo, muitos outros mundos possíveis, pela arte do encontro na diferença? Essas são questões que mobilizam criações e pensamentos.

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Publicado

2017-11-14

Como Citar

WUNDER, A. Encontros com poéticas indígenas, férteis fronteiras entre a educação e as artes. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, Sorocaba, SP, v. 19, n. 3, 2017. DOI: 10.22483/2177-5796.2017v19n3p513-527. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/quaestio/article/view/3151. Acesso em: 29 nov. 2022.

Edição

Seção

Dossiê - Inquietudes e fronteiras cotidianas em educação